27/03/2026 - Ato ecumênico realizado no TRT-AL celebra a Páscoa com mensagens de fé, união e esperança
Representantes de diferentes tradições religiosas destacam o amor, a liberdade e a renovação como sentidos centrais da data
Magistrados, servidores e colaboradores terceirizados do TRT-AL participaram, na manhã desta sexta-feira (27/3), do Ato Ecumênico de Páscoa, realizado no auditório José Abílio Neves Sousa, localizado no 2º andar do Fórum Pontes de Miranda, sede da Justiça do Trabalho em Alagoas. A abertura do evento foi conduzida pelo desembargador Antônio Adrualdo Alcoforado Catão, decano do Tribunal e diretor da Escola Judicial. Em sua fala, o magistrado ressaltou que o sacrifício de Jesus na cruz representa o maior sinal do amor de Deus pela humanidade. “Esse ato ecumênico se traduz em uma palavra: amor”, afirmou.
Na sequência, o juiz Alonso Filho, presidente da Amatra 19, representando a doutrina espírita, destacou que Jesus Cristo transcende as diferentes designações religiosas, por cuidar de cada ser humano, onde quer que esteja. “A compreensão da Páscoa está relacionada à busca por seguir o exemplo deixado por Ele durante sua passagem entre nós”, pontuou.
Representando a Igreja Católica, frei Hélio enfatizou a importância de a humanidade permanecer firme no propósito de seguir a Deus. “Quanto mais nos afastamos do Criador, mais nos aproximamos de um abismo que compromete a essência humana”, refletiu.
Em seguida, o pastor Carlos Rios abordou a visão evangélica sobre a Páscoa, destacando a ressurreição como elemento central da celebração. “Convido todos a ressuscitar relacionamentos, sonhos, desejos e a esperança, muitas vezes desgastados ao longo da vida”, disse.
Representando as religiões de matriz africana, a matriarca Iya Binan, mãe Mirian, ressaltou que Deus é único, embora cultuado de diferentes formas. “Nossa religião prega a compreensão, o amor à natureza e a valorização de Deus acima de todas as coisas”, afirmou.
A mensagem de encerramento foi proferida por André Villaça, representante da tradição judaica. Ele explicou que, para o judaísmo, a Páscoa simboliza a libertação do povo hebreu do cativeiro egípcio. “A liberdade exige responsabilidade, compromisso e consciência histórica”, concluiu.







