05/12/2025 - CCOM do TRT-AL conquista 2º lugar em premiação nacional de comunicação da JT
Prêmio é uma iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT)
Na tarde dessa quarta-feira (3/12), na sede do TST, foi realizada a solenidade de entrega da 1ª edição do Prêmio Justiça do Trabalho de Comunicação Social. A Coordenadoria de Comunicação (CCOM) do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (AL) conquistou a 2ª colocação na categoria projeto gráfico, com a Cartilha Diversidade e a Comunidade LGBTQIAPN+. No total, foram inscritos 117 trabalhos dos 24 regionais trabalhistas do Brasil em sete categorias.
O prêmio é uma iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). O certificado foi recebido pela coordenadora de comunicação do TRT-AL, Kamilla Barreto, que salientou que esse reconhecimento é resultado de um esforço verdadeiramente coletivo.
Segundo ela, a cartilha foi pensada e diagramada com muita sensibilidade, responsabilidade e comprometimento pela equipe. “Conquistar o segundo lugar tem sabor de vitória, especialmente diante do desafio diário de atender a demandas comparáveis às de tribunais de grande porte, mesmo contando com uma estrutura mais enxuta. Ainda assim, com dedicação, criatividade, parceria e, sobretudo, amor pelo que fazemos, conseguimos entregar um trabalho que muito nos orgulha”.
Durante o evento, o ministro do TST, Fabrício Gonçalves, observou a importância do comunicador social na Justiça do Trabalho (JT), enfatizando que esses profissionais desempenham atividades vitais para a construção da imagem da JT. “Sem esse relevante trabalho prestado pelas assessorias de comunicação, nossa missão fica incompleta ou não chegará aos ouvidos de quem mais precisa”, ressaltou.
Já o corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro José Roberto Pimenta, afirmou que a comunicação pública é uma atividade de caráter estratégico para o Judiciário. “A função dos profissionais de comunicação nos órgãos do judiciário não se restringe à divulgação de decisões ou dados estatísticos, mas representa uma verdadeira ferramenta de prestação de contas, de construção de confiança e de fortalecimento democrático”, comentou.
Na sequência, o ministro Cláudio Brandão abordou a dificuldade de se fazer justiça social em um país tão desigual. “Nós precisamos levar à sociedade essa mensagem adequada e correta do que realizamos diariamente. Fazer com que essa comunicação seja compreendida em todas as regiões do Brasil é uma missão desafiadora”, considerou.







