12/09/2019 - TRT/AL realiza ações alusivas ao Setembro Amarelo
Servidoras do Setor de Saúde transmitiram dicas direcionadas ao enfrentamento do suicídio
Magistrados e servidores do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) vestiram-se de amarelo no último dia 10 de setembro - data escolhida para representar o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio e que integra a programação do Setembro Amarelo. As atividades de conscientização foram realizadas por servidoras do Setor de Saúde nos Fóruns Pontes de Miranda e Quintella Cavalcanti, sede do Regional Trabalhista e das VT da capital, respectivamente.
Na ocasião, foram distribuídos folders com dicas de como ajudar a transformar o dia de alguém. "Com essa ação, buscamos mostrar que pequenas ações e gestos podem fazer muita diferença no dia a dia das pessoas, principalmente das que estejam passando por algum momento difícil", ressaltou a assistente-chefe do Setor de Saúde, Elen Ribeiro.
Segundo ela, estudos apontam que nove em cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas. "A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a prevenção é fundamental para reverter essa situação. Portanto, reforçamos que as pessoas não devem ter medo de pedir ajuda. Durante as visitas aos setores, também fornecemos o número do telefone do Centro de Valorização da Vida (CVV - 188), para ajudar aqueles que estão enfrentando uma crise", observou.
No Brasil, o CVV atende, de forma voluntária, sob total sigilo, todos os que desejam conversar sobre o assunto. O atendimento está disponível todos dos dias durante 24 horas, por telefone, e-mail, chat e voip. A ligação é gratuita e pode ser feita por qualquer linha telefônica fixa ou móvel.
Campanha - O Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio foi criado pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Profissionais da área apontam que os principais fatores que levam à depressão e, em muitos casos, ao suicídio, são o medo, a angústia, o desespero, a solidão, além de problemas relacionados à perda de emprego, crises políticas e econômicas, discriminação por orientação sexual, sofrimento e assédios no trabalho, doenças incapacitantes, entre outros.







