27/07/2022 - 27 de julho é o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho
A data enfatiza a importância da adoção de medidas de saúde e de segurança no ambiente laboral
Hoje (27/7) é o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. A data enfatiza a importância da adoção de medidas de saúde e de segurança no ambiente laboral. O Programa Trabalho Seguro, iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), em parceria com diversas instituições públicas e privadas, visa formular e executar projetos e ações voltados à prevenção de acidentes de trabalho e ao fortalecimento da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. Desse modo, o principal objetivo do programa é contribuir para a diminuição do número de acidentes de trabalho registrados no Brasil nos últimos anos.
A data nos impele, ainda, a uma reflexão sobre como os ambientes e processos de trabalho são determinantes para a saúde mental, física e social dos trabalhadores. Com a adoção de medidas e ações preventivas, busca-se evitar o adoecimento de trabalhadores e, também, os acidentes de trabalho.
De acordo com dados do Observatório de Segurança e Saúde no trabalho, do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil registrou 2,5 mil óbitos e 571,8 mil Comunicações de Acidente de Trabalho (CATs) em 2021. Os números representam um acréscimo de 30% em relação ao ano anterior. Entre 2012 e 2021, foram registradas 22,9 mil mortes e 6,2 milhões de CATs no mercado formal de trabalho brasileiro.
No mundo, um trabalhador morre por acidente de trabalho ou doença laboral a cada 15 segundos. De 2012 a 2020, 21.467 desses profissionais eram brasileiros, o que representa uma taxa de seis óbitos a cada 100 mil empregos formais nesse período, aponta o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, elaborado pelo MPT e pela OIT.
O Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de mortes por empregos formais, atrás somente da China, Índia e Indonésia, com 8 óbitos a cada 100 mil vínculos de emprego entre 2002 e 2020. As menores taxas de mortalidade foram registradas no Japão (1,4 a cada 100 mil), Canadá (1,9 a cada 100 mil) e, entre os países da América do Sul, a Argentina (3,7 mortes a cada 100 mil trabalhadores).







