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23/09/2024 - Alunos da Associação Pestalozzi vivenciam acessibilidade em visita ao MPM

Projeto do TRT/AL promove inclusão e marca o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência oferecendo experiências educativas para os participantes

Nesta segunda-feira (23/9), o Memorial Pontes de Miranda (MPM) do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (AL) recebeu a visita de alunos da Associação Pestalozzi de Maceió. A atividade fez parte do projeto "Pontes para Todos: Promovendo Acessibilidade, Inclusão e Conhecimento", em celebração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado em 21 de setembro.

A ação foi organizada pelo setor de Sustentabilidade, Inovação e Proteção de Dados (Sesaip), em parceria com o Subcomitê de Acessibilidade e Inclusão do TRT/AL, com o objetivo de promover a conscientização sobre inclusão e acessibilidade. A visita contou com a presença de uma tradutora de Libras, providenciada pela Associação Pestalozzi, garantindo que os visitantes recebessem as informações do expositor do Memorial de forma acessível.

No Memorial, os alunos foram recebidos pelo historiador Oswaldo Zaidan, que apresentou o acervo de maneira didática e inclusiva. Zaidan ressaltou a importância de democratizar o conhecimento para todos, reforçando o compromisso do TRT/AL com a inclusão.

Adriana Barros, uma das alunas participantes, que possui deficiência visual, elogiou a forma como o conteúdo foi transmitido. “Percebi que o acervo é muito rico. Mesmo não conseguindo ver, me senti incluída e parte do momento. A didática do professor Zaidan foi extremamente acessível e clara", destacou.

Durante a visita, os servidores presentes foram convidados a participar de uma experiência imersiva, na qual permaneceriam com os olhos vendados ou com os ouvidos cobertos, simulando a realidade vivida diariamente por pessoas com deficiência visual ou auditiva.

A servidora Ana Cláudia Costa Cavalcanti, da Coordenadoria de Comunicação Social e membro da Comissão de Acessibilidade, participou da simulação e relatou que a experiência foi desafiadora. “Senti receio de me locomover pelo recinto, pois temia esbarrar em algo ou escorregar. Ao mesmo tempo, percebi a necessidade de um vocabulário mais inclusivo em situações cotidianas, já que ouvi expressões como: 'se quiserem falar, fiquem à vontade', 'olhem aqui', 'vejam bem', mesmo com pessoas com deficiência auditiva e visual presentes no grupo”, refletiu.

Os estudantes foram acompanhados pela assistente social e supervisora técnica da Associação Pestalozzi, Marcely Daisy Guedes de Melo, pela assistente social da Unidade Jovem Aprendiz, Fernanda Raquel Cavalcante de Lima, e pela acadêmica Crislane Henrique da Silva. Ao final da visita, os alunos participaram de um lanche.

 

Álbum de fotos.

Coordenadoria de Comunicação Social
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