03/10/2025 - Ejud19 promove curso sobre uso prático do Sistema Galileu
Juiz do trabalho Emanuel Holanda, auxiliar da presidência, e servidora Catarina Sampaio apresentam a ferramenta de gestão que promete mais eficiência e precisão na análise de processos trabalhistas
Nesta sexta-feira (3/10), a Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (Ejud19) realizou, em seu auditório, o curso "Ferramenta Galileu – Uso Prático", voltado para magistrados e assistentes de juízes de 1º grau. A capacitação foi realizada em duas turmas, garantindo maior participação e aprofundamento dos conteúdos.
O treinamento foi conduzido pelo juiz do trabalho Emanuel Holanda, auxiliar da Presidência do TRT-AL, e pela secretária judiciária de 1º grau, Catarina Sampaio de Souza Carneiro, que apresentaram as funcionalidades e o potencial do Galileu, nova ferramenta de gestão na Justiça do Trabalho.
O juiz do Trabalho Sérgio Roberto Queiroz, titular da 5ª Vara de Maceió, participou do treinamento e destacou sua importância para a modernização da atividade jurisdicional.
“O sistema Galileu revelou enorme potencial para trazer eficiência e precisão à análise de processos trabalhistas. O curso foi uma excelente oportunidade para explorar suas funcionalidades e compreender como elas podem transformar a rotina dos magistrados e servidores, otimizando a prestação jurisdicional. Parabenizo a gestão do tribunal por mais essa iniciativa”.
A servidora Mileyde Maria dos Santos, assistente de juiz lotada na 3ª VT de Maceió, que também esteve presente à capacitação, afirmou que o curso foi apresentado de forma clara e prática. Segundo ela, a ferramenta Galileu é uma importante aliada para reduzir tarefas burocráticas, agilizar a elaboração de minutas de sentenças e contribuir com a celeridade da Justiça do Trabalho, sem comprometer a segurança jurídica e o olhar humanitário nos processos.
“Ferramenta Galileu – Uso Prático”
O curso foi estruturado para transformar a prática jurídica diária dos participantes, ensinando a operar a ferramenta e a repensar os fluxos de trabalho. A proposta é liberar magistrados e assessores de tarefas repetitivas, permitindo maior dedicação a atividades que exigem análise crítica, valoração de provas e raciocínio jurídico.
Dentre os objetivos específicos, estiveram: operar as quatro principais funcionalidades do Galileu para gerar minutas de sentenças, desde o relatório inicial até a sugestão de fundamentação; otimizar o fluxo de trabalho das unidades judiciárias, redirecionando tempo de tarefas burocráticas para atividades de maior complexidade intelectual; e aplicar princípios de validação humana e supervisão em todas as etapas, garantindo a responsabilidade e a qualidade da decisão final.
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