04/02/2022 - Três VTs de Alagoas estão entre as 25% de melhor desempenho em ranking do IGEST
Dados nacionais referem-se ao período de 01/01/2021 a 31/12/2021
As Varas do Trabalho de Palmeira dos Índios, Penedo e São Luís do Quitunde estão entre as 25% de melhor desempenho no país, segundo dados do Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho (iGest), divulgados pela Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho (CGJT). As três Unidades Trabalhistas alcançaram, respectivamente, as posições 40ª, 213ª e 257ª no ranking nacional que envolveu as 1.571 VTs do país. Os dados referem-se ao período de 01/01/2021 a 31/12/2021.
De acordo com o assistente-chefe do Setor de Consolidação de Dados da Secretaria da Corregedoria do Regional Trabalhista, Humberto Cunha Vassalo, um aspecto que contribuiu para o alcance do resultado foi o desempenho das três unidades nos indicadores de celeridade e produtividade, a exemplo do “Prazo Médio na Fase de Conhecimento”, “Taxa de Conciliação” e “Taxa de Congestionamento”
“Essas Unidades registraram números que variaram entre 73 dias e 109 dias para a solução do processo com prolação da sentença, e entre 50% e 64% de autos solucionados por acordo, com até 38% de ações resolvidas definitivamente” destacou.
Regional - O iGest também é mensurado no âmbito dos regionais, onde a comparação é feita apenas entre as Unidades de cada tribunal. Nessa análise, merecem destaque a 1ª e a 3ª Varas de Maceió e a VT de Santana do Ipanema. A 1ª VT, que no ano de 2020 estava em última colocação no iGest, em 2021 passou para a 12ª colocação, ou seja, subiu dez posições no ranking regional.
Já a 3ª Unidade de Maceió e a VT de Santana do Ipanema, que em anos anteriores apresentaram índice na faixa mediana, em 2021 posicionaram-se entre as 25% de melhor desempenho no Regional. Ressalta-se que a VT de Santana do Ipanema foi a que registrou o maior crescimento na 19ª Região ao subir 11 posições.
O iGest foi desenvolvido pela CGJT, com o objetivo de contribuir para o aprimoramento da gestão das Varas do trabalho do País. Sua mensuração começou a ser feita em 2017. Trata-se de um índice construído a partir da aglutinação de vários indicadores de produtividade e celeridade, adotados em consonância com os objetivos judiciários do Plano Estratégico da Justiça do Trabalho a fim de assegurar a celeridade e a produtividade na prestação jurisdicional, estimular a conciliação e as soluções alternativas de conflitos e impulsionar as execuções trabalhistas e fiscais.







