29/09/2022 - TRT-19 sediou audiência sobre inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho
Evento ocorreu na última quarta-feira (28/9)
Na manhã da última quarta-feira (28/9), representantes da Superintendência Regional do Trabalho (SRT), Ministério Público do Trabalho (MPT/AL), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e entidades de apoio à inclusão de pessoas com deficiência promoveram, no auditório do Pleninho do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (AL), audiência coletiva sobre o tema “Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho: estratégias e casos de sucesso”. Na oportunidade, foram apresentadas estratégias para o cumprimento de cotas nas empresas, com o intuito de incluir, ao máximo, pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Como parte das estratégias, a empresa poderá treinar o PCD – sigla que significa pessoa com deficiência, que é a mais indicada para se referir a esta condição – e adotar o PCD aprendiz (a partir dos 14 anos de idade). O “emprego apoiado” também é uma maneira de criar condições de trabalho para o PCD, com adaptações necessárias como redução de horário de trabalho, momento para fisioterapia e intérprete para surdos, por exemplo.
Para atender ao referido objetivo, está sendo de fundamental importância o apoio que vem sendo dispensado por entidades como a Associação Pestalozzi de Maceió, Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (ADEFAL), Instituto Bilíngue de Qualificação e Referência em Surdez (IRES), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e Associação dos Amigos e Pais de Pessoas Especiais (AAPPE), entre outras.
O projeto de inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho tem como coordenadoras as auditoras-fiscais do Trabalho, Dulciane Montenegro de Alencar e Maria Zélia Costa, presentes ao evento. Dulciane de Alencar destacou as dificuldades e desafios que os PCDs enfrentam para sua inserção no mercado de trabalho, bem como pontuou que será concedido prazo até o próximo mês de dezembro para que as empresas contratem PCDs: “Usinas de açúcar, hospitais e empresas de médio e grande portes, geralmente, possuem grandes cotas, porém, em geral, estão ainda longe do cumprimento”, frisou.







